Se as rosas falassem

Inspetor Adalberto

Na semana dos namorados, uma amiguinha cupido apareceu no 1º. andar com o aluno João Pedro da 3E3 e pediu que eu entregasse uma rosa e um cartão para a aluna Thainá da 1C3.

Parei, pensei e concordei, mas não naquele momento, somente na troca de aula. Deixei a rosa junto com o cartão sobre a mesa e, com a chegada do outro inspetor, fui tomar café. Quando voltei, só encontrei o cartão, pois, numa pequena saída do inspetor, a rosa sumiu! Tinha sido entregue pelo aluno Davi da 1A1 para uma aluna da mesma 1C3 que não era a Thainá, para quem seria a rosa.

Logo fiquei apreensivo e em seguida a cupido me perguntou se eu tinha entregue. Respondi que logo seria e, mais que depressa, com a ajuda das meninas da própria sala onde a rosa foi parar, recuperei a rosa e, é claro, com um puxão de orelha disciplinar no causador do problema.

E já com a sumida rosa e o cartão em mãos, entreguei na mão da pretendente na presença de todos e com final feliz.

Inspetor Adalberto

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